sexta-feira, 29 de abril de 2011

Violência mesmo ou mero discurso?

Nasci em Bauru, cresci aqui e somente com dezenove anos deixei a cidade. Nunca havia passado longo tempo distante. No entanto, uma boa oportunidade mandou-me bastante longe e fiquei quase dois anos sem revisitá-la. Na volta, a cidade estava bonita, desenvolvida nas partes nobres, carros possantes desfilavam pelas avenidas arborizadas, prédios sendo construídos concentradamente na cidade alta. Não senti orgulho, pelo contrário, porque acompanhado a esse superficial desenvolvimento descobri uma cidade violenta, senão violenta de fato, violenta pelo próprio discurso de violência que a impregna. Não sei estatísticas e dados sobre a violência em Bauru, mas o que percebo é a disseminação de um discurso da violência. Claro que com o crescimento desigual da cidade os índices da violência tendem a aumentar, mas me questiono o quanto é realidade e o quanto é discurso essa violência tão divulgada.
Violência dá ibope, dá noticia aos jornais e televisões. Queremos sempre estar informados das tragédias, cultivá-las. Somos incapazes de mudar o canal quando o noticiário especula sobre um crime. Amamos essa indignação que a violência nos causa, amamos inconscientemente a revolta gerada pelos crimes. Sempre consulto as notícias mais lidas no site do jornal Folha de São Paulo e não me espanta em nada ver que estão no topo as notícias das grandes catástrofes, dos assassinatos e dos estupros. Com essa combinação - mídia eufórica por ibope + inclinação pela indignação – contribuímos para a criação de um discurso da violência.
Em Bauru não é diferente, o medo se alastra pela cidade. Existem razões concretas para isso, mas julgo que há ainda mais uma exaltação da violência pelo discurso produzido. Vejo que se materializa nas casas com seus imensos portões e cercas elétricas, construindo uma arquitetura bem distinta daquela existente em minha infância. Infelizmente somos levados a acreditar que esses acessórios de segurança afastam a violência, mas erramos, pois eles contribuem para a sua manutenção, já que utilizando tais métodos deixamos de questionar o problema de forma profunda, desconsiderando sua origem e possíveis soluções ligadas a uma reestruturação social. Grades e cercas não barram a violência, afastam-na parcialmente do espaço privado. Desse modo, reforçamos a idéia de que soluções individuais resolvem um problema que é estrutural, combatido somente com medidas públicas totalizadoras, capazes de ver a sociedade como um complexo sistema interligado. Se não considerarmos que existe uma ligação direta entre desigualdade social e violência, nunca poderemos resolver esse problema e continuaremos cultivando essa cultura das grades e cercas a qual me parece já bastante naturalizada. A meu ver essa cultura dos sistemas de segurança é, de um lado, bastante ingênua, pois de longe são capazes de solucionar realmente o problema da violência.
A indignação que sentimos não deve ser direcionada aos crimes realizados, mas sim à estrutura que os geram. Se a violência é de fato apenas um discurso, a sociedade incorporou-o, caso seja realidade, vivemos numa situação intolerável de guerra civil na qual não cabe uma discussão rasa e infantil sobre o assunto.

domingo, 11 de maio de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Les nombres

zéro, un, deux, trois, quatre, cinq, six, sept, huit, neuf,
dix, onze, douze, treize, quatorze, quinze, seize, dix-sept, dix-huit, dix-neuf,
vingt, vingt et un, vingt-deux, vingt-trois...
trent, tent et un, trent-deux, trent-trois...
quarante...
cinquante...
soixante, soixante-neuf...
soixante-dix, soixante-onze, soixante-douze, soixante-treze, soixante-quatorze, soixante-quinze, soixante-seize, soixante-dix-sept, soixante-dix-huit, soixante-dix-neuf,
quatre-vingts, quatre-vingt-un, quatre-vingt-deux...
quatre-vingt-dix, quatre-vingt-onze, quatre-vingt-douze...
cent, cent un, cent deux...
deux-cents...






Pièges Phonetiques
"Si six scies serrent six cyprès, six-cents scies serrent six-cents cyprès"

"Les sept chemises d'archiduchese sont sèches, très sèches, archisèches"

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008





Edith Piaf - Johnny Tu N'es Pas Un Ange



Johnny tu n'es pas un ange
Ne crois pas que ça me dérange
Jour et nuit je pense à toi
Toi, te souviens-tu de moi
Qu'au moment où ça t'arrange?
Et quand revient le matin
Tu t'endors sur mon chagrin
Johnny, tu n'es pas un ange!



Johnny! Johnny!
Si tu étais plus galant
Johnny! Johnny!
Je t'aimerais toujours autant.



Johnny tu n'es pas un ange
Ne crois que pas que ça me dérange
Si tu me réveilles la nuit
C'est pour dire que tu t'ennuies
Que tu veux une vie de rechange
Mais quand revient le matin
Tu t'endors sur mon chagrin
Johnny, tu n'es pas un ange!



Johnny! Johnny!
Si tu étais plus galant
Johnny! Johnny!
Je t'aimerais tout autant.



Johnny tu n'es pas un ange
Entre nous, qu'est-ce que ça change
L'homme saura toujours trouver
Toutes les femmes du monde entier
Pour lui chanter ses louanges
Dès qu'il en sera lassé
Elles seront vite oubliées
Vraiment, vous n'êtes pas des anges.



Johnny! Johnny!
Depuis que le monde est né
Johnny! Johnny!
Il faut tout vous pardonner.
Ahhh! Johnny!...


-M- (Matthieu Chédid) - Je Dis Aime M


J'ai les méninges nomades
J'ai le miroir maussade
Tantôt mobile
Tantôt tranquille
Je moissonne sans bousculade


Je dis Aime
Et je le sème
Sur ma planète
Je dis M
Comme un emblème
La haine je la jette


Je dis AIME, AIME, AIME


Du Sphinx dans mon rimeur
Paris au fil du cœur
Du Nil dans mes veines
Dans mes artères coule la Seine


Je dis Aime
Et je le sème
Sur ma planète
Je dis M
Comme un emblème
La haine je la jette


Je dis AIME, AIME, AIME
Pour le dehors le dedans
Pour l'après pour l'avant


Je dis Aime
Et je le sème
Sur ma planète
Je dis M
Comme un emblème
La haine je la jette


Je dis AIME, AIME, AIME


Henri Salvador - Aime-moi 2000 "Chambre avec vue"



Aime-moi

Ne cherche pas plus loin
Surtout ne pense à rien
Aime-moi...
N'attends pas
Qu'une autre vienne un soir
Dans ma vie par hasard
Malgré moi...
N'oublie pas
Que j'attends vainement
Un geste un sentiment
Qui ne vient pas...
Aime-moi
Avant qu'un imbécile
A tout jamais t'exile
Loin de moi
Aime-moi
Aime-moi
Aime-moi
Aime-moi
Sans poser de questions
Sans tergiversations
Aime-moi...
Comprends-moi
C'est toi que j'ai choisie
Je suis à ta merci
Avec joie...
Ne crains pas
De souffrir un beau jour
Quand nos jours sont si courts
Ici bas...
Aime-moi
Avant qu'un autre vienne
Et que tu me deviennes
Indifférente
Loin de moi
Aime-moi
Aime-moi

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008



Gretchen - Je Suis La Femme (Melô Do Piri Piri) Gretchen


Piripiripiripipiripi, Piripiripiripipiripi,
Piripiripiripipiripi, pi! aii!
Piripiripiripipiripi, Piripiripiripipiripi,
Piripiripiripipiripi, pi! Oh, hum, ah!
Je suis la femme, ooô, Je suis la femme, ooô, Je suis
la femme, ooô,
Oh, mon amour!
Je suis la femme, ooô, Je suis la femme, ooô, Je suis
la femme, ooô,
Oh, mon amour!


Oh, mon chérie! chic, chic, chic!
C'est trés jolie! Trés jolie!
Je suis la femme! femme, femme, femme!
Apres toi, moi! Moi, moi moi!
Merci Beaucup! Cup, cup, cup
Oh, mon amour! Mon amour!


Enlève-toi là! La, la la! (deve ser algo parecido, pq
está muito estranho)
Le chapeau noir! (idem)




Pronúncia:
Jessuí lafâm, ooô! Jessuí lafâm, ooô! Jessuí lafâm,
ooô!
Oh, monamúrr!
Jessuí lafâm, ooô! Jessuí lafâm, ooô! Jessuí lafâm,
ooô!


Oh, monamúrr!
Oh, moncherrí! chichichi!
Ce trré jolí! Trré jolí!
Jessuí lafâm! famfamfâm!
Aprre tuamuá! muamuamuá!
Merci bocú! cucucu!
Oh, monamúrr!


Rendê tualá! Lalalá!
Lê chaponuá!